domingo, 29 de julho de 2012

6 meses

Como seu bebê está crescendo

Você pode até perceber que seu bebê tem preferência por uma das mãos desde já, mas só vai saber ao certo se ele é destro ou canhoto quando ele tiver 2 ou 3 anos de idade.

Não adianta tentar influenciá-lo, porque já foi definido antes de ele nascer se ele vai ser destro ou canhoto.

Quando seu bebê começar a "falar", emitindo aqueles sons de bebê, escute e responda, como se estivesse entendendo tudo daquela língua esquisita. Essa é uma boa forma de estimular a habilidade linguística dele.


Como fica sua vida

É praticamente impossível resistir ao impulso de comparar seu filho com o bebê de amigos, ou até com a criança que você encontra no supermercado ou na pracinha. Ao saber que fulaninha já está sentando, ou que já tem cinco dentes, ou que já fala "mamãe", surge aquela dúvida: "Será que está mesmo tudo bem?".

A verdade é que cada bebê cresce e se desenvolve de um jeito. Todos atingem os marcos do desenvolvimento, mas cada um a seu tempo, e isso não tem a ver com o que eles serão no futuro. Você provavelmente nem sabe com que idade você andou, falou ou teve o primeiro dente... Não se trata de uma corrida, e ninguém vai ser mais inteligente ou ágil porque falou ou andou cedo.

Sinais de atraso no desenvolvimento só começam a ficar mais evidentes depois de 1 ano de idade. Mas, é claro, em caso de preocupação, sempre vale a pena conversar com o pediatra.

A orientação também vale para o caso contrário: mães e pais de bebês mais adiantados em algum aspecto não precisam ficar fazendo propaganda disso perto de outros pais, para não gerar desconfortos, comparações e preocupações desnecessárias.

Fonte: Babycenter

Mãe pode alterar alimentação para amamentar criança com alergia

Uma conversa com o pediatra e nutrólogo Rubens Feferbaum
O aleitamento materno é tão perfeito para as crianças que as mães podem até fazer uma dieta especial e eliminar da própria alimentação o que estiver causando alergia nos bebês. A alergia mais comum é à proteína do leite de vaca. O leite materno pode conter resíduos dos fragmentos de proteínas ingeridas pela mãe que podem sensibilizar a criança.
Para evitar resíduos dos fragmentos de proteína do leite de vaca no leite materno, a mãe precisa suspender o consumo de leite e derivados, como queijos e iogurtes, mas também de qualquer alimento que tenha traço de leite, como massas e biscoitos. A mulher precisa ler atentamente as embalagens para se certificar de que não existe traço de leite na composição do produto. O mesmo vale para bebês com alergias a proteína de soja e de ovos, que são bem menos frequentes.
Segundo o pediatra e nutrólogo Rubens Feferbaum, é uma situação muito difícil para a mãe eliminar da sua alimentação tudo o que contiver leite, ovos e soja, mas é possível deixar o leite materno livre dos resíduos que causam alergias. A eliminação desses alimentos não compromete a qualidade do leite. “O leite materno é tão interessante que é o mesmo em uma mãe africana e uma mãe na Suécia”, disse. De acordo com ele, “não existe leite materno fraco”. Mesmo em casos de desnutrição materna, pode ocorrer uma diminuição na quantidade de leite produzido pela mãe, mas sem comprometer a qualidade.
Quando a criança tem alergia ao leite de vaca, não adianta substituir pelo leite de cabra. Caso a alteração da alimentação da mãe não alcance os resultados necessários, o aleitamento materno deve ser suspenso e substituído pelas fórmulas infantis específicas para cada caso.
A alergia ao leite de vaca, por intermédio da mãe ou pelo uso de fórmulas lácteas, pode aparecer nos primeiros meses de vida. A alergia aparece com mais frequência em crianças que tomam mamadeira. O diagnóstico é muito difícil porque os sinais variam desde uma irritabilidade muito grande do bebê até um caso gravíssimo de reação anafilática.
Leite materno enriquecido
Assim como o leite materno pode ser modulado para não causar alergias, ele pode ser enriquecido para contribuir ainda mais para o crescimento e o desenvolvimento da criança. A mãe que consome peixes de água fria, ricos em ácidos graxos de cadeia longa, pelo menos duas vezes por semana, pode melhorar a composição do leite ao aumentar a concentração de ômega 3.  Esse aumento é importante para o desenvolvimento do sistema nervoso, do cérebro e da retina. Os benefícios são comprovados por pesquisas com mães que moram no litoral, que consomem mais peixe.
O pediatra e nutrólogo Rubens Feferbaum é professor livre-docente em pediatria na área de nutrologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e vice-presidente do Departamento de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo

Fonte: http://blogs.band.com.br/maenaweb/2011/06/22/maes-podem-alterar-alimentacao-para-amamentar-criancas-com-alergias/

Ingestão de leite de vaca durante a amamentação

E a minha pequena completou 6 meses nesta semana. Muita coisa está mudando, comportamento, entendimento do mundo, o sono da noite, e, a dieta - tanto minha quanto dela. Quando eu estava no hospital, o pediatra, sabendo que meu marido tem alergia alimentar e respiratória, e minha 1a filha, Marisa Maria, alergia cutânea, recomendou que eu cortasse leite e derivados da minha dieta. Na hora foi meio dificil da ficha cair - eu amo leite e derivados - queijos, doces, bolos, biscoitos e uma caneca de nescau antes de dormir fazem parte da minha dieta diária. Tive que respirar fundo e tomar consciência que seriam 6 meses de dieta, mas que poderiam trazer uma vida livre, ou com menos chances de alergia para minha filha. E consegui. Foram 6 meses com muita vontade de comer de tudo e pesquisando no supermercado quais seriam minhas opções de alimentos livres de leite. Muito dificil achar, mas se procurar com carinho, acabei achando. Me rendeu 10kg abaixo do meu peso e muita vontade de comer chocolate, principalmente tendo passado pela páscoa amamentando. Valeu a pena? Vamos ver. Até agora Mariah não esboçou nenhum problema alérgico. Marisa, desde que tinha alguns dias de nascida, já tinha o rosto todo cheio de reação alérgica. Tomara que tenha valido a pena! Essa semana, com início das papinhas e frutinhas, ja comecei, aos poucos, a ingestão de lácteos. Que delícia!


Leia também este artigo interessante a respeito disso: http://maeveterinaria.blogspot.com.br/2012/07/mae-pode-alterar-alimentacao-para.html




segunda-feira, 23 de julho de 2012

Filhos de férias: eles crescem mais?

Além da diversão, os dias de folga também fazem a criança se desenvolver física e mentalmente



Você tem a sensação de que seu filho cresce mais no período das férias escolares? Saiba que isso até pode acontecer. “O hormônio de crescimento é secretado em dois picos principais: durante os exercícios físicos e o sono”, diz Mauro Borghi, pediatra Hospital São Luiz.
Sendo assim, se nos dias de folga seu filho praticar mais atividades físicas do que nos outros dias do ano e se alimentar corretamente, é provável que ele cresça um pouco mais. Mas atenção: já aquelas crianças que passam a maior parte do tempo deitadas, em frente à TV ou no computador, com certeza, além de não ter o seu desenvolvimento estimulado, é bem possível que voltem às aulas um pouco acima do peso.

Veja, a seguir, 5 coisas que farão seu filho crescer nas férias (e não só fisicamente!):

1. Quando a criança está mais solta, tem mais liberdade para descobrir o que gosta de fazer. E assim ela constrói a própria identidade.

2. Sem as cobranças normais dos pais com os deveres escolares dos filhos, as férias acabam os aproximando. A criança deixa de ser filho-aluno para ser filho-filho.

3. Os passeios culturais não se restringem aos fins de semana. Sem contar que ele vai agregar conhecimento sem cunho pedagógico.
4. Brincar também é uma maneira de se desenvolver física e emocionalmente. A diversão está liberada!

5. Viagens, além de revelar lugares e histórias novas, aproximam as crianças de realidades diferentes, que elas não conheceriam de outra forma.

Fonte: Silvia Amaral, psicopedagoga - Revista Crescer.com

Como ensinar a usar o copo


A maioria dos especialistas, tanto em saúde bucal como em pediatria, recomenda que as mães comecem a pensar em eliminar a mamadeira a partir de um ano, mas a transição não é tão simples assim na prática.

Para facilitar, o ideal é já ir apresentando o copo ao bebê quando ele tiver 6 ou 7 meses, para tomar água ou suco, por exemplo. Essa introdução pode ser feita com copinhos de treinamento com tampa. Há crianças que não "captam" muito bem como a coisa funciona. Não tem problema. Espere mais algumas semanas ou até meses e tente de novo. As crianças tendem a querer imitar os adultos ou amiguinhos e irmãos mais velhos. Aproveite o interesse do seu filho, quando ele o demonstrar, para fazer novas tentativas.

Mostre ao bebê que é preciso entornar o copo para o líquido descer. Quando ele entender, você pode dar a ele copos com tampa e duas alças para ele treinar.

Os copinhos com tampa e válvula de segurança são ótimos porque não deixam o líquido cair quando o bebê vira o copo de cabeça para baixo, mas, por outro lado, dificultam bastante o trabalho da criança, porque ela tem que sugar para o líquido sair. No começo, experimente tirar a válvula para que o líquido saia mais fácil, ou prefira um copo sem válvula.




Há pais que preferem ensinar seus filhos pequenos direto num copo normal, e dispensam totalmente os copinhos de treinamento.

Outra opção é usar copos com canudo. Bebês podem aprender a chupar pelo canudinho bem cedo, antes de completar 1 ano. Vale fazer tentativas ocasionais. Deixe bem claro para a criança que, no caso do canudo, o copo não deve ser entornado para que o líquido saia.

Se seu filho tem o costume de mamar para adormecer, você pode começar a pensar em usar uma mamadeira só com água para esse fim, para que o leite não fique acumulado na boca durante a noite toda. Se você fizer a troca de uma vez, há grandes chances de a criança ficar muito brava na hora em que receber água em lugar de leite. Dê o leite primeiro, limpe a boca da criança com gaze ou escova de dentes e, quando ela estiver de barriga cheia, ofereça o "tetê" ou "mamá" especial de dormir -- com água. Se nada disso der certo, não se esqueça de passar gaze ou fralda na gengiva depois de seu filho ter adormecido com a mamadeira de leite na boca.

Leia abaixo algumas dicas de leitores para ajudar com o uso do copo:

- Deixe a mamadeira apenas para o leite puro, e estabeleça para o seu filho a regra de que todos os outros tipos de líquido (suco, água, chá, leite com sabor) têm de ser tomados no copo.

- Experimente garrafinhas esportivas. Existem até versões de alumínio que mantêm os líquidos sempre frescos.

- Faça experiências com vários tipos e marcas de copos, até achar aquele de que seu filho mais gosta. Vale até levá-lo ao supermercado ou à loja para escolher um -- talvez ele fique mais entusiasmado.

- Molhe o bico do copo com o líquido para que a criança sinta o gosto e perceba que ele está ali.

- Use o copinho na frente do seu filho para dar o exemplo, e incentive-o a copiá-la.

- Se seu filho está relutando em usar o copinho de treinamento, procure um que tenha o bico mais macio. Quando ele se acostumar a esse, você pode passar para os tradicionais.

Fonte: BabyCenter Brasil

sábado, 21 de julho de 2012

8 dicas para manter a segurança na estrada com crianças

1) Para começar, coloque em uma pasta cópias de todos os vouchers, reservas, passagens, telefones de contatos, nomes dos hotéis e roteiro com parentes ou amigos próximos. Deixe também uma versão na sua caixa de e-mail. Assim, caso perca alguma informação, já sabe como resolver.

2) Vale lembrar que as companhias de viação e aviação aceitam crianças a partir de 7 dias de vida. Mas, segundo os pediatras, é melhor esperar o bebê completar o primeiro mês – antes disso, as alterações de pressão podem causar problemas respiratórios. Durante o percurso, amamente ou ofereça mamadeira e chupeta. O ato de sugar alivia a sensação de “ouvido entupido”. No avião e no ônibus, leve a criança na cadeirinha sobre um assento.





3) Se a viagem for de carro, antes de pegar a estrada, faça uma revisão no veículo para garantir a segurança da família na viagem.

4) Crianças até 7 anos e meio devem viajar em cadeirinhas próprias, e sempre no banco de trás. É mais seguro e confortável.

5) Viaje em horários em que seu filho costuma dormir. O balanço do carro logo vai ajudá-lo a pegar no sono e o trajeto será mais tranqüilo para todos.

6) Os enjoos de movimento são comuns em algumas crianças, principalmente em viagens de carro. Para evitá-los, a criança deve fazer uma refeição leve antes da viagem e ser medicada com antiemético (indicado pelo pediatra), se já tiver apresentado os sintomas em passeios anteriores. Durante o trajeto, instale a cadeirinha perto da janela, de maneira que ela possa olhar para fora do automóvel. Faça paradas frequentes, fazendo com que a criança saia do carro e caminhe. Em caso de vômito constante, procure atendimento médico imediatamente para evitar que ela se desidrate.

7) Tenha na mala de mão uma troca de roupa completa para as crianças e para você, principalmente se você tem filhos menores de 2 anos;

8) Na estrada e durante toda a viagem, evite consumir alimentos de vendedores ambulantes, principalmente na praia, pois a conservação e a higiene tendem a ser duvidosas. Ofereça apenas água mineral às crianças.

Fonte: Crescer

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Meninas de seis anos querem ser “sexy”, diz estudo



Eu estava na fila de espera de um restaurante. Na minha frente, uma família com três meninas por volta dos 7 ou 8 anos. Elas deviam ser primas e, entediadas enquanto esperavam pela mesa, pegaram os óculos escuros das mães para brincar.  Sem nada melhor para fazer, eu observava as meninas, até que uma delas disse: “Olha, eu acho que esse óculos me deixa mais sexy”. Achei estranho aquela frase sair da boca de uma menina tão nova. Simplesmente não combinava. Mas aí o garçom apareceu, a fome era grande e eu deixei a história para lá.
Lembrei da cena porque hoje cedo vi uma notícia no site Jezebel sobre uma pesquisa feita com meninas entre 6 e 9 anos. Psicólogos mostraram a imagem ao lado e fizeram quatro perguntas para as garotas: Qual delas se parece com você? Com qual delas você quer se parecer no futuro? Qual é a mais popular? Com qual delas você gostaria de brincar?
A versão periguete da boneca dominou as respostas: 68% das meninas querem ser iguais a ela, e 72% acreditam que a boneca com trajes de gosto duvidoso é a mais popular na escola. As poucas meninas que escolheram a boneca de calça jeans tinham duas características: normalmente praticavam esportes e tinham mães atentas, que não as proíbem de ver TV, mas fazem questão de instruí-las sobre o que estão assistindo.
Acho que esse resultado nos mostra algo. É claro que a TV não é a única influência dessas meninas, mas talvez o bom exemplo, o cuidado e a educação dentro de casa sejam suficientes para evitar comportamentos estranhos e precoces, além de muito mau gosto na hora de se vestir.

Fonte: Natália Spinacé é repórter de ÉPOCA em São Paulo.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Pisos para os quarto do bebê

O piso geralmente é esquecido na hora de planejar o quarto do bebê mas é um item muito importante.

O bebê está chegando e está na hora de arrumar tudo para a tão esperada chegada: o berço, os armários, os móveis do quarto, as cores que compõe a decoração e o piso. O piso?
Sim, o piso é um dos principais componentes do quarto do seu bebezinho. O material, a resistência, a facilidade de limpeza, tudo isso conta na hora da escolha.
A prioridade é escolher pisos que ofereçam praticidade, conforto e segurança. Pisos de vinil e tapetes de borracha colorida são de fácil manutenção e, portanto, ideais para quartos infantis. Eles acompanham muito bem o crescimento dos pequenos pois facilitam o engatinhar, amortecem os tombos quando o bebê começa a andar e continuam práticos mesmo para os mais crescidinhos.
Quarto infantil decorado com piso especial - hxdbzxy / ShutterStock
Outro aspecto importante é que o piso não pode acumular muita poeira, principalmente em casas onde os pais são alérgicos e o bebê nasce com essa predisposição. Se não for possível evitar o carpete, a recomendação é passar o aspirador de pó todos os dias.
A mesma dica vale para tapetes. Na grande maioria dos casos é bom evitá-los, já que, além de acumular poeira, podem provocar acidentes quando o bebê começar a andar.
Outro piso que pode ser usado sem muitos problemas é o carpete de madeira, já que esse, entre outros benefícios de manutenção, mantém a temperatura do quarto agradável.

domingo, 15 de julho de 2012

Dicas para a limpeza do quarto do bebê

Com procedimentos simples é possível manter o quarto bebê sempre limpo.

A limpeza do quarto do bebê é essencial para evitar alergias e outros mal-estares. Mas, além da limpeza básica, outros cuidados devem ser tomados, principalmente em relação aos produtos químicos usados. As principais dicas são:
- Arejar o ambiente diariamente – é muito importante que o ambiente seja arejado todos os dias. Deixe janelas e cortinas abertas para que possa circular o ar evita a aglomeração de ácaros;
- Escolher produtos certos – evite produtos de limpeza com cheiro forte. O indicado é usar produtos neutros ou sem cheiro. Muitas vezes um pano limpo umedecido é suficiente para fazer a limpeza.
- Aspirar o pó – passar o aspirador de pó não só no chão, mas em estofados, poltronas, almofadas, cortinas, inclusive no berço e, pelo menos uma vez na semana, no colchão também. Não é aconselhável passar vassoura no quarto do bebê, pois levanta a poeira.
Bebê passando o aspirador de pó no tapete - Szasz-Fabian Ilka Erika / ShutterStock
- Trocar a roupa de cama semanalmente – além dos lençóis e fronhas, lembre-se de lavar almofadas e colchas das camas com frequência.
- Lavar o chão ou passar pano após aspirar o pó – Poeira é muito ruim de ser limpa, por ser leve e se deslocar com muita facilidade. O recomendado é passar o aspirador de pó e logo após um pano úmido para não sobrar resquícios que possam fazer mal para o bebê.
- Evitar bichos de pelúcia no quarto – apesar de lindos e de dar um charme especial na decoração, os bichos de pelúcia costumam acumular muito pó. Hoje existem pelúcias antialérgicas e bonecos de pano que são mais indicados para bebês. Mesmo estes devem ser lavados regularmente.
- Tirar o bebê do quarto na hora da limpeza - um detalhe importante é que o bebê não deve estar no quarto quando o ambiente estiver sendo limpo. Eles costumam ser muito sensíveis em relação a alergias respiratórias.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Agasalhar seu bebê com exagero não é bom

Além do desconforto que causa ao bebê, ainda pode haver febre e desidratação.

 

O inverno chega e com ele a ansiedade da mamãe de não deixar o bebê passar frio, principalmente os recém-nascidos. É uma preocupação absolutamente relevante, mas que não deve ser levada ao extremo, pois pode trazer problemas ao seu filho. Isso mesmo! Exagerar no aquecimento do bebê além de causar desconforto no pequeno, pode ser prejudicial.
Bebês agasalhados mais do que o necessário se sentem desconfortáveis, começam a chorar e ficam irritadiços. A alta temperatura coloca o bebê em risco de hipertermia, que é a incapacidade do organismo de reduzir a produção de calor.
Lembre-se que a transpiração do bebê ainda não é tão desenvolvida quanto à de um adulto, dificultando a reação do corpo diante do excessivo calor provocado.
O suor é outro sinal de calor excessivo, deixando as roupinhas que estão em contato com a pele molhadas, aumentando o risco de resfriado e brotoejas. O suor exagerado também pode levar a desidratação.
As mamães devem estar de olho em alguns sintomas que denunciam quando o bebê está agasalhado demais. Inquietação, rosto vermelho, transpiração e febre são indícios. Uma dica é sentir a temperatura do tórax da criança já que a cabeça sempre é mais quente e mãos e pés mais frios.
O grande motivo de todas as mamães acharem que os bebês sentem muito frio e precisam ser protegidos é que o sistema termorregulador (que regula a temperatura do corpo) dos pequenos até os seis meses de vida ainda se encontra em adaptação.
O que as mamães devem lembrar é que o bebê sente frio e calor. Se, em um dia frio, o bebê está bem e de repente começa a apresentar febre, tente tirar algumas roupinhas. Depois de meia hora, confira a temperatura novamente. Provavelmente a febre terá passado. A febre é um dos sintomas de que o bebê está agasalhado demasiadamente.
Na hora de sair para a rua em dias frios, vale usar gorro, pois é pela cabeça que se dissipa a maior quantidade de calor. Em casa, os cuidados não precisam ser tão exagerados. É só prestar um pouquinho mais de atenção e o bebê dará a resposta se está com frio ou com calor.
Dicas
Se após 30 minutos, mesmo você tendo retirado algumas peças de roupa do seu bebê, a febre continuar, é hora de levá-lo ao médico ou tentar entrar em contato com ele para receber orientações. Evite medicá-lo em casa por conta própria.
Em tempos de Gripe A (H1N1) quanto mais rápido o tratamento melhores as chances de cura. Se você tentar medicar seu bebê em casa, poderá estar agravando os sintomas de uma gripe como a Gripe A.

Cachorro protege bebês contra infecções, diz estudo



Os bebês que convivem com cães têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que aquelas que não têm bichos de estimação. O estudo, publicado na revista americana "Pediatrics", não especifica os motivos do resultado, mas sugere que ficar perto de um cachorro fortaleceria o sistema imunológico da criança em seu primeiro ano de vida.

Os gatos também ofereceriam este tipo de proteção para os bebês, mas o efeito seria menor do que com os cães.

O estudo incluiu 397 crianças, com idade entre entre dois meses e um ano, na Finlândia. Durante um ano, elas foram levadas pelos pais para análises de sua saúde.

A conclusão dos médicos foi de que os bebês que convivem com gatos ou cães têm 30% menos chances de apresentar sintomas de infecções respiratórias -- que incluem tosse, rinite e febre --, enquanto quase metade provavelmente não sofrerá infecções de ouvido.

"As crianças que tiveram contato com cães e gatos em casa ficaram significativamente mais saudáveis durante o período de estudo", destacam os médicos do Hospital Universitário Kuopio na Finlândia.

A diferença mais notória foi observada entre as crianças que convivem com um cachorro dentro de casa por seis horas ao dia, contra aquelas que não têm bichos de estimação ou os colocam para fora de casa.

"Apresentamos uma evidência preliminar de que ter um cão pode ser benéfico contra infecções no trato respiratório durante o primeiro ano de vida", destaca o estudo.

"Consideramos que o contato com animais ajudaria a amadurecer o sistema imunológico, levando a uma resposta imunológica mais tranquila e a uma breve duração das infecções", destaca.

Fonte: Bem Estar  http://agroba.se/N2BCJz

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Palpite no bebê dos outros é refresco

Todo mundo dá palpite. E, quando a pessoa engravida, vira um magneto de palpite. Parece que a turma cheia de opiniões enfiou o dedo na tomada, porque é como uma avalanche.
E quando eu digo palpiteiros, incluímos aí pessoas amorosas e bem intencionadas, que só querem o melhor. Tem mãe, sogra, vizinha, aquela amiga experiente que já tem filhos...



“E qual o problema?”, você já deve estar se perguntando. Afinal, muitos conselhos são mesmo úteis. O problema é a velocidade com que as coisas mudam. O que era certo pra sua mãe pode ter mudado completamente. E o que era certo pra sua amiga que tem um filho de 5 anos também pode ser diferente hoje.
Quer ver? Na época da minha avó achavam que leite não era suficiente para bebezinhos, então, ele tinha de ser “engrossado”. Já na época da minha mãe, achavam o leite nutritivo o bastante, mas deviam considerar que era comida e não bebida, porque as mamadeiras de leite eram alternadas com as de chá.
Quer ver um exemplo mais assustador? Eu sei que não, mas vou falar mesmo assim. Existe um negócio que se chama “síndrome da morte súbita em bebês”. Apesar de ninguém saber o que causa esse horror, as estatísticas mostravam as posições em que isso acontecia com menos frequência, e os médicos chegaram à conclusão que era de lado. Então, todos os bebês eram postos para dormir de lado, e, em todo lugar, vendiam apoiadores de fazer bebês dormirem de lado. De poucos anos pra cá, isso mudou, e agora a posição mais segura é de barriga pra cima.

Peguei o momento de transição. O hospital ainda estava no padrão antigo. O pediatra já estava no atual. O resultado é que o hospital punha o bebê de lado, o pediatra virava de barriga para cima. Isso não era um neném, era um ioiô.
O que nos leva ao antídoto para os palpiteiros: o pediatra.
A ciência e a medicina evoluem em uma velocidade impressionante. Então, não apenas ele estudou medicina por anos, pediatria por mais outros, fez residência e tal, como ele tem a obrigação de se manter informado. Afinal, ele é pago por isso e constrói toda uma carreira assim.
Escolher um bom pediatra é uma das coisas mais importantes que você faz, não só pelo seu filho, mas por você mesmo. Mais que tratar a criança, o pediatra ajuda a educar os pais. Você escolhe um com quem se identifica e vai na dele. Porque, no fim, amor e boas intenções não bastam. Na hora do desespero você fica propenso a acreditar até que cachaça é bom para o bebê dormir e pode até ficar na dúvida: “Ponho na mamadeira ou nocauteio ele com a garrafa?”. Então, se for pra ouvir alguém, ouça o seu pediatra. E, não, isso não é um palpite.

Renato Kaufmann

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI310888-10493,00-PALPITE+NO+BEBE+DOS+OUTROS+E+REFRESCO.html

terça-feira, 3 de julho de 2012

Asfalto quente

Antes de você passear com seu melhor amigo, fique atento ao calor e a temperatura do chão onde vocês irão passear. Como teste, pise sem sapato no chão e veja se está desagradável para você. Se estiver desagradável para você, também estará para seu amigo cão. O mesmo vale para o sol. Muitos animais são sensíveis ao sol,  podendo ter diversos problemas por causa da irradiação, como o câncer de pele.


Contato com cães pode prevenir asma em crianças, diz estudo

Pesquisa da Universidade da Califórnia sugere que certos micróbios transportados no pelo dos cachorros podem gerar imunidade contra asmas em bebês


Crianças expostas a certos micróbios transportados por cães podem adquirir imunidade contra a asma, de acordo com pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. A teoria foi apresentada durante a conferência General Meeting of the American Society for Microbiology, que ocorreu em São Francisco em junho.
Para chegar a tal conclusão, os pesquisadores usaram três grupos de ratos. O primeiro foi exposto a casas que possuem cachorro e, em seguida, a um vírus chamado Vírus Sincicial Respiratório, muito comum em crianças e associado ao alto risco de desenvolver asma. O segundo grupo foi exposto apenas ao vírus, e o terceiro não foi exposto a nada.
Somente o primeiro grupo se mostrou imune ao microorganismo. “Os ratos que tiveram contato com cachorros não apresentaram sintomas associados ao Vírus Sincicial Respiratório, como inflamação e produção de muco nas vias aéreas”, explica Kei Fujimura, membro da equipe de pesquisa. As bactérias presentes no sistema gastrointestinal destes ratos também eram diferentes.
A pesquisa sugere que o sistema imunológico dos ratos é alterado após a exposição a cachorros domésticos. O próximo passo, de acordo com os cientistas, é identificar qual espécie de micróbio presente no pelo do cão é de fato responsável por esta proteção contra o vírus. A equipe já analisou o intestino de animais domésticos e, em breve, deve detalhar melhor essa reação.
A esperança dos pesquisadores é de, ao descobrir o micróbio específico pela proteção, melhorar o conhecimento sobre as doenças alérgicas ou até mesmo desenvolver vacinas para vírus respiratórios. O estudo ainda não foi publicado em revistas especializadas.
 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Tempo de gestação pode determinar desempenho escolar ao longo da infância

Crianças que nascem na 37ª ou 38ª semana de gestação chegam a ter 23% mais chances de apresentar dificuldades de leitura do que aquelas que nascem entre a 39ª e 41ª





Bebês que nascem na 37ª ou 38ª semana de gestação, embora estejam dentro do período considerado normal de gravidez, podem ter um desempenho escolar ao longo da vida pior do que os que nascem entre a 39ª e 41ª semana, concluiu uma nova pesquisa feita na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Essa é a primeira vez em que um estudo sugere tal efeito negativo em relação a esse período de gestação. Antes, o prejuízo só havia sido associado a prematuros tardios, ou seja, aqueles que nascem após 34 a 36 semanas de gravidez.
Esses resultados, publicados nesta segunda-feira no site da revista Pediatrics, foram baseados em dados de 128.050 crianças que nasceram entre a 37ª e a 41ª semana de gravidez. Os pesquisadores analisaram as notas desses participantes em provas escolares realizadas quando eles tinham entre oito e nove anos de idade e cruzaram esses dados com as informações do nascimento das crianças.
Segundo o estudo, os estudantes que haviam nascido de 37 semanas apresentaram 23% mais chances de ter dificuldades de leitura em comparação com os que nasceram após 41 semanas. Esse risco foi de 13% em relação às crianças nascidas de 38 semanas. O desempenho nas provas de matemática também foi pior entre esses jovens, e essa associação foi encontrada independentemente do peso do bebê ao nascer e de fatores socioeconômicos.

Para os autores da pesquisa, a taxa de crescimento do cérebro do feto é grande durante as últimas semanas de gestação e, portanto, uma criança que nasce pouco antes das 40 semanas tem mais chances de ter esse desenvolvimento interrompido. De acordo com os pesquisadores, esses resultados sugerem que pais e médicos devem considerar o prejuízo acadêmico acarretado por um parto prematuro na hora de decidirem o momento em que o bebê vai nascer — embora, é claro, muitas vezes essa decisão não dependa da vontade dos pais.

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